quarta-feira, 26 de março de 2014





Greve de professores deixa 3 milhões 



de alunos sem aula na Argentina


Docentes exigem 35% de aumento salarial, governo oferece 30,9%. 
Nesta quarta-feira (26), professores protestaram no centro de Buenos Aires.

Do G1, em São Paulo

Professores fizeram marcha rumo à sede do Ministério da Educação da Argentina (Foto: Victor R. Caivano/AP)Professores fizeram marcha rumo à sede do Ministério da Educação da Argentina (Foto: Victor R. Caivano/AP)
A província de Buenos Aires, na Argentina, enfrenta há 15 dias uma greve de professores por melhores salários que mantém mais de 3 milhões de alunos sem aula. O ano letivo ainda não começou. Os professores exigem um reajuste salarial de 35%. Nesta quarta-feira (26), os professores fizeram uma marcha no centro de Buenos Aires rumo à sede do Ministério da Educação da Argentina.
O governo provincial decretou um aumento salarial de 30,9% e deu o impasse por encerrado, mas os sindicatos rejeitaram a medida alegando que, na prática, a maior parte dos professores terá um reajuste de apenas 21%.
Buenos Aires responde por 40% dos alunos do país, e a greve paralisa as escolas públicas de todos os níveis. O setor privado, que responde por 1,3 milhão de estudantes, segue normalmente com o ano letivo.
Grevistas usaram um boneco representando um professor (Foto: Victor R. Caivano/AP)Grevistas usaram um boneco representando um professor (Foto: Victor R. Caivano/AP

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