Corpo de mulher que caiu no Rio Tejipió
é encontrado em Jaboatão
Luciana Fonseca, 42 anos, caiu no rio na última quinta-feira (13), com filho.
Busca com mergulhadores só foi feita após retirada de lixo do curso d'água.
O corpo de Luciana Marcelino da Fonseca, 42 anos, desaparecida após cair no Rio Tejipió, na última quinta-feira (13), foi encontrado neste sábado (15). O Corpo de Bombeiros informou que ela foi localizada por mergulhadores da corporação por volta das 15h, em Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, a aproximadamente 4Km do local da queda.
A operação foi realizada com ajuda da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), que disponibilizou caminhões-caçamba e profissionais para realizar a limpeza de um trecho do rio onde as buscam estavam concentradas. A sujeira inviabilizava o mergulho dos bombeiros. Entre quinta e sexta-feira, 12 caçambas foram lotadas com aproximadamente 90 toneladas de lixo retirado do rio.
A operação foi realizada com ajuda da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), que disponibilizou caminhões-caçamba e profissionais para realizar a limpeza de um trecho do rio onde as buscam estavam concentradas. A sujeira inviabilizava o mergulho dos bombeiros. Entre quinta e sexta-feira, 12 caçambas foram lotadas com aproximadamente 90 toneladas de lixo retirado do rio.
Luciana caiu no Rio Tejipió junto com o filho Moisés, de um ano e meio, na tarde da quinta. Chovia muito e um trecho do rio havia transbordado, impedindo que ela distinguisse onde estava a ponte que ele queria atravessar. A criança foi resgatada por dois homens, um dos quais não sabia nadar.
O desaparecimento da dona de casa revelou a difícil situação da comunidade que mora no entorno do curso de água, refém de um jogo de empurra-empurra entre as prefeituras do Recife e Jaboatão dos Guararapes. O G1 foi ao local e ouviu moradores das duas cidades que relataram que nenhum dos governos assume a manutenção periódica do curso d'água e o lixo acaba se acumulando. A ponte que liga os bairros de Cavaleiro e Totó também foi alvo de críticas por ser estreita, cheia de buracos e não ter corrimão
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